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terça-feira, janeiro 15, 2019

Thin Lizzy em Portugal, crónica no Musicalíssimo (1982)

Viagem no tempo até à edição nº77 do jornal Musicalíssimo da semana de 24 a 30 Março de 1982.
Na capa apresentava Lena d'Água mas hoje quero destacar a crónica da autoria de António Ramos ao concerto que os Thin Lizzy deram no Pavilhão de Alvalade a 8 de março.
A histórica e saudosa banda de Phil Lynott estava no decurso de uma digressão europeia que também passou pelo Porto, a 7 de março, e promovia o excelente álbum Renegade.
Mais abaixo uma curiosa fotografia, cuja autoria desconheço e descarregada do reddit, que nos mostra Phil Lynott em Lisboa a passar junto de um muro com 'ditos' de cariz politico...






sexta-feira, setembro 14, 2018

Quando Portugal viu Chuck Berry e Rory Gallagher

Memória de dois concertos que ocorreram em Portugal há algumas décadas atrás com dois artistas lendários da história do rock e que foram com certeza marcantes para quem assistiu, como o leitor jmneto que nos enviou as fotos dos bilhetes e a quem se agradece.

Chuck Berry tocou a 23 de maio de 1980 inserido na celebração do 1º aniversário do programa de rádio Grafonola Ideal de Júlio Isidro, que teve lugar no Pavilhão dos Belenenses.



O concerto de Rory Gallagher foi a um sábado, 3 de março de 1979 no Pavilhão dos Desportos de Cascais (conhecido também como Dramático de Cascais).



No dia seguinte Rory actuou no Porto (Pavilhão Infante de Sagres) e a propósito aqui fica fica a cronica do concerto assim como uma pequena biografia, ambos publicados na Música e Som no mês de abril de 1979.




terça-feira, julho 24, 2018

Ozzy Osbourne finalmente em Portugal

Alguns dias antes de mais uma visita dos Iron Maiden, tivemos finalmente o prazer de ver em Portugal um dis artistas mais icónicos da história do Rock no passado dia 2 de julho.
Falamos de Ozzy Osbourne que nos presenteou com um concerto talvez único (é de duvidar que possa voltar) e com certeza memorável.
Apesar da idade do senhor, o que presenciámos provou a razão de ele ser um dos principais artistas da história do rock. E depois a banda que o acompanha com Zakk Wilde e companhia faz qualquer apreciador de rock sentir-se no céu.





Antes de Ozzy assistimos a uma excelente atuação dos Judas Priest que editaram este ano um ótimo álbum, Firepower, e além de temas deste não deixaram de voltar aos clássicos.
No final ficou a promessa escrita a letra de fogo: The Priest Will Be Back!






domingo, julho 15, 2018

Sexta-feira 13 com Iron Maiden

Julho presenteou Portugal com várias espectáculos de artistas de alto nível na área do Hard'n'Heavy.
Um deles teve lugar na Altice Arena em Lisboa na passada sexta-feira, que se tornou em mais uma data a acrescentar à memória dos cerca de 18 mil espectadores (segundo Bruce Dickinson) que marcaram presença para ver os Iron Maiden.
Os britânicos têm a máquina tão bem oleada que mesmo ocorrendo uma ou outra rara falha a nível musical tudo prossegue com o mais alto profissionalismo, tendo o factor cénico papel muito importante no resultado final de excelência.
Do lado do público a resposta foi de uma energia e intensidade incríveis e para isto também ajudou um alinhamento de músicas feito na sua maior parte de clássicos, de resto esta digressão como o nome indica, Legacy of the Beast, é exclusivamente dedicada ao legado, que já é grande, dos Iron Maiden.
Tivemos, entre outros, quatro temas do que é para mim o seu melhor álbum, Piece of Mind e três de Number of the Beast sendo que a música mais recente foi For the Greater Good of God (2006). Infelizmente de fora ficou o excelente Killers de 1981.


Nota de desagrado para o tremendo desfasamento entre o horário anunciado e o efectivo.
Ao entrar no pavilhão pouco depois das 20 e 30 fomos informados que as duas bandas de abertura já haviam terminado os seus concertos sendo que a primeira havia começado a tocar às 18 e 45!
Isto quando toda a informação oficial indicava as 20 horas para início do espectáculo.

Fica aqui a gravação video da abertura com a música Aces High e respectiva introdução.


quarta-feira, maio 30, 2018

Roger Waters em Portugal

Roger Waters esteve em Lisboa com a digressão Us + Them e deu dois memoráveis concertos na Altice Arena a 20 e 21 de maio de 2018. Nestes dois dias usou um alinhamento de músicas similar, mudando apenas o encore com Wait for Her, Oceans Apart e Part of Me Died (do seu último álbum) tocadas apenas no primeiro dia sendo Mother ouvida apenas no dia 21.
Partilhada pelo Rock no Sótão fica aqui Another Brick in the Wall (de dia 20), a música em cuja coreografia participou um grupo de crianças portuguesas.





domingo, outubro 01, 2017

10 Artistas que nunca vieram a Portugal

É inegável que Portugal já se estabeleceu como ponto de paragem para os artistas de Rock mais famosos. Sabendo nós que pelas características geográficas se torna difícil a passagem por cá, a melhoria das redes viárias que ocorreu a partir da nossa entrada na então CEE (Comunidade Económica Europeia) atual União Europeia, ajudou imenso e notoriamente há mais ou menos 30 anos é relativamente fácil a quem vá a Espanha que dê um pulo até aqui.
No entanto há alguns artistas da minha preferência que nunca vieram mesmo e é a 10 desses que vou aqui fazer referência.
Por curiosidade alarguei a pesquisa a Espanha e paises vizinhos e fiquei a saber que nuestros hermanos já puderam ver quase todos os referidos nesta lista.
E começo pelos canadianos Rush, um trio que mantém a mesma formação desde o primeiro álbum (1974), ainda no ativo mas retirado da estrada e que conta com uma carreira que ultrapassa os 40 anos de duração, durante a qual venderam mais de 40 milhões de discos. Nunca tocaram em Espanha e espantosamente uma única vez em França (1 de maio de 1992), mas 34 na Alemanha e 115 vezes no Reino Unido.




Uma das maiores referências para o autor deste blog, também com longa carreira e neste caso com bastantes mudanças de formação, tem origem nos Estados Unidos mas é infelizmente pouco conhecida em Portugal, são os Blue Oyster Cult.
Banda ainda no activo e a fazer digressões regulares, particularmente no seu país natal, esteve seis vezes em Espanha entre maio de 1975 (incrível! num período considerado dourado para eles) e há pouco tempo atrás, julho de 2017 em Barcelona. França viu-os 52 vezes e a Alemanha 99.




Com muito mais notoriedade temos os ingleses Black Sabbath, com carreira começada em 1968 e terminada em fevereiro deste ano num concerto em Birmingham (ver aqui).
Tocaram em França por 21 ocasiões, e têm na história quatro passagens por Espanha sendo que três destas aconteceram no mesmo ano, 1983 na tournée de Born Again com Ian Gillan como vocalista, o que como sabemos foi de muito curta duração.
Os Sabbath tiveram duas datas agendadas para Portugal em abril de 1973 integrados no Cascais Jazz mas cancelados segundo consta na sua página oficial.





Estes Espanha também nunca viu, os Led Zeppelin com uma carreira frutuosa mas de apenas 12 anos atuaram em França por 7 vezes e na Alemanha em 25 ocasiões.





Apesar de longa carreira e atribulações de vária ordem os Allman Brothers Band formados em Jacksonville na Florida deram muitos e longos concertos na maior parte dos anos em que estiveram activos. No entanto pouco vieram até à Europa, o mais perto de nós que estiveram foi em França por duas ocasiões: 1980 e 1991.




Ozzy Osbourne nunca atuou em Portugal, nem com os Black Sabbath nem em nome próprio inclusive no Ozz Fest, festival que apadrinhou e que passou pelo Estádio do Restelo em junho de 2002 e que trouxe bandas como Tool e Slayer.
No decurso da sua interessante carreira a solo foi por 7 ocasiões a Espanha, entre 1989 e 2012.





Os Queen nunca vieram ao nosso país com a sua formação original mas estiveram 8 vezes em Espanha entre 1974 e 1986.



Frank Zappa deu 9 concertos em Espanha, o primeiro aconteceu com os Mother of Invention a 4 de outubro de 1974 em Badalona.



Fleetwood Mac, já com uns espantosos 50 anos em tournée estiveram 7 vezes em França mas além de Portugal no pais vizinho também nunca tocaram.




Tom Petty nunca actuou em Espanha mas deu 6 concertos em França, o primeiro dos quais em 1977 no Pavillion de Paris (que fechou em 1980).



Fontes de informação usadas: páginas oficiais e setlist.fm

domingo, julho 23, 2017

Deep Purple, Time For Bedlam no MEO Arena

Com poucos dias de diferença tivemos a atuar em Portugal dois monstros do Rock, algo muito bom e ao mesmo tempo pouco habitual.
Depois dos Aerosmith a 26 de junho, que aqui relatei oportunamente, vieram no passado dia 4 de julho e também ao MEO Arena (mas neste caso com palco colocado a meio do recinto) os ainda mais históricos Deep Purple.
Os britânicos, em mais uma data da "The Long Goodbye Tour", apresentaram temas do seu recente trabalho discográfico, Infinite, mas incluidos num alinhamento de músicas onde inevitavelmente desfilaram muitos dos seus clássicos como Hush, Smoke on the Water, Strange Kind of Woman, Lazy, Fireball e Black Night entre outros.
Do que um concerto como este tem de melhor é que estes são músicos à antiga e o que tocam ao vivo não é, nem tem de ser, réplica do que ficou gravado no disco. Há improvisações, vários momentos de solos, seja de guitarra, teclas ou viola baixo e mesmo com um desfilar de temas já previsto é dinâmico.
Isto, que para alguns jornalistas são demonstrações aborrecidas e escusadas das qualidades do músico, está na essência de um espectáculo de rock e neste campo os Deep Purple estão muito bem servidos com Don Airey e Steve Morse, afinal de contas os 'jovens' da banda, a mostrarem o seu saber.










Uma nota de apreço para a excelente escolha da organização no tocante ao grupo que fez a primeira parte: UHF.
Os portugueses tocaram 45 minutos cheios da sua garra habitual e doaram parte do seu cachet e receita de merchandise aos bombeiros de Pedrógão Grande.






sexta-feira, julho 07, 2017

Aerosmith, Let the Music Do The Talking

Eles pediram... Let the Music, e nós deixamos... Do The Talking.
Durante cerca de duas horas os Aerosmith, com Joe Perry e Steven Tyler em natural destaque, mostraram porque ainda são considerados do melhor que se faz na arte do Rock como espetáculo provocador de emoções fortes.
Perante um MEO Arena completamente cheio desfilaram temas que estiveram nos tops como I Don't Want to Miss a Thing, Love in an Elevator ou Cryin', clássicos dos seus melhores anos (quanto a mim os setentas claro) como Seasons of Wither ou Sweet Emotion e algumas versões que habitualmente interpretam como Oh Well, Come Together ou Mother Popcorn (que trouxe à lembrança o duplo vinil Live Bootleg).
Fica aqui a gravação 'caseira' com a abertura do concerto do passado dia 26 de junho, Let the Music Do The Talking, o tema escrito por Perry para o seu primeiro álbum a solo e depois reescrito por Tyler para o disco de regresso Done with Mirrors

 


terça-feira, julho 04, 2017

Ten Years After em Portugal

No próximo 3 de agosto (quinta-feira), integrados no festival Flower Power Fest que vai decorrer perto da praia de Carcavelos, vamos ter em concerto os lendários Ten Years After. E mesmo dia temos o bónus de também poder apreciar o coletivo Led On, excelente tributo de músicos portugueses aos Led Zeppelin.
Os T.Y.A. têm agora como frontman Marcus Bonfanti, um promissor guitarrista e vocalista que já tem alguns álbuns editados e que era visto como High Hope em julho de 2010 pela revista Classic Rock Magazine.

sexta-feira, maio 26, 2017

Monsters of Rock 1981 (cartaz)

A propósito da publicação anterior fica aqui o cartaz de promoção do festival Monsters of Rock na sua segunda edição.
Vinte e dois de agosto de 1981, um sábado bem passado em Castle Donington com AC/DC como cabeça de cartaz. e uma audiência estimada na ordem das 65 mil pessoas.
A quem tenha curiosidade e queira saber mais sobre este histórico evento aconselho uma ida até aqui, uma página de informação com relatos, fotografias e testemunhos de quem lá esteve.




Encontrei pelo Youtube um pequeno clip da entrada em palco dos AC/DC.



terça-feira, julho 05, 2016

Manilla Road passaram por Portugal em maio

Foi com espanto que há cerca de três meses li que uma das melhores bandas que me lembro de descobrir ao ouvir o Lança-Chamas viria a Portugal. Pois como o título deste post deixa adivinhar trata-se exatamente dos Manilla Road de Mark Shelton, único sobrevivente da formação original e seu mentor desde o inicio.
A tentação era grande e não pude deixar de assistir à prestação em Lisboa, no autêntico clube Rock que se tem vindo a tornar o espaço RCA Club. Consegui ainda ver boa parte da atuação dos Ironsword, banda de Metal portuguesa já com uns bons anos de carreira que esteve bem à altura de 'abrir' para os senhores do Heavy Metal épico com a voz de Tann a evocar por vezes o tom de Shelton.
Pouco passava da meia-noite quando os Manilla Road começaram, no início com problemas de monição de palco, entretanto resolvidos eficazmente, e duas horas depois deram por finda a sua presença perante uma plateia visivelmente satisfeita.
Fica aqui uma pequena filmagem com pedaços das atuações de Ironsword e Manilla Road.
Obrigado ao autor.




quinta-feira, junho 02, 2016

2011, Peter Frampton em Portugal

Foi a segunda vez que o cantor, compositor e guitarrista se apresentou em nome próprio ao vivo em Portugal depois de ter estado em Faro em 2005.
Pavilhão Atlântico (atual MEO Arena) com talvez 3/4 da lotação preenchidaa a um sábado, 5 de novembro de 2011. Este concerto inseriu-se na digressão Frampton Comes Alive! 35th Anniversary World Tour que como o nome indica celebra o 35º aniversário da edição do álbum ao vivo Frampton Comes Alive.
Este disco que se tornou no maior sucesso comercial de Frampton foi interpretado na integra desde o começo do espetáculo e preencheu toda a primeira parte. Numa atuação com cerca de três horas de duração, tivemos depois de um intervalo oportunidade para ouvir temas mais recentes e/ou porventura menos conhecidos, alguns instrumentais e covers de músicas como While My Guitar Gently Weeps ou o surpreendente Black Hole Sun dos Soundgarden.
Foi um noite de ótima música com uma segunda parte talvez mais morna devido ao alinhamento mas que no final deixou uma sensação de felicidade por ter assistido à atuação de uma lenda da musica Rock ainda na plena posse das faculdades e que além de bom executante parece ter real prazer em estar em palco.
Tão boa memória ficou que passados alguns dias, e arrependido de não o ter feito no final do concerto, encomendei a gravação integral em formato de CD triplo em edição numerada (imagem da capa em baixo).

Reportagens online:
Palco Principal
Correio da Manhã
TVI
Pedras Rolantes (blog)







sexta-feira, maio 13, 2016

Blues Pills ao vivo em Lisboa

Dia 5 de março deste ano, uma noite de sábado com chuva miúda e derby de futebol a decorrer a muito poucos quilómetros.
O local, RCA Club em Lisboa na zona de Alvalade e no cartaz Pristine e Blues Pills.
Da Noruega veio Pristine, a banda que fez a primeira parte, com carismática cantora feminina, de seu nome Heidi Solheim, e que mostrou ter qualidade e ser perfeita para esta noite visto que também navegam por mares musicais próximos dos cabeça-de-cartaz.
Quanto aos Blues Pills as espetativas de virmos a assistir a um grande concerto eram altas e foi o que todos os que a ele assistiram tiveram direito, ou para ser mais exato privilégio pois música desta, bem executada e com o suporte de um bom som na sala não acontece assim tanto por cá.
Com elementos nascidos na Suécia, Estados Unidos e França pode dizer-se que Blues Pills é uma multinacional do Blues Rock com notórias influências da boa música Rock, Soul e Blues dos anos 60 e 70 e grandes ativos tem em cada um dos seus músicos.
São estes Elin Larsson, dona de voz poderosa que com a sua energia e cabelo loiro comprido esvoaçante cria um forte impacto visual, a certíssima dupla rítmica, Zach Anderson na viola-baixo e André Kvarnström na bateria e o mais jovem de todos Dorian Sorriaux simplesmente perfeito na guitarra.
As músicas do alinhamento (que não anotei) pareceram-me ser o percorrer de quase todo o álbum de estúdio de 2014 e o EP Bliss.
Chamo a atenção para o novo disco, de título anunciado Lady In Gold, e que tem lançamento previsto para agosto deste ano.
Se necessário fosse temos aqui motivo suficiente para que voltem a Portugal em breve e novamente possam deixar de sorriso na cara todos os que assitiram.




terça-feira, janeiro 26, 2016

Em 2016 o Rock volta a Portugal!




Não tenho memória de ver tantos grandes do Rock num único ano como os que já foram anunciados oficialmente para este 2016.
Para pôr alguma ordem nisto aqui ficam os nomes que mais importam com a informação de datas e locais associados.
Este post será atualizado convenientemente.

Março
Blues Pills
Dias 4 (6ª) e 5 (sab) Hard Club, Porto e RCA Club, Lisboa

Eagles of Death Metal
Dia 5 (sab) Coliseu dos Recreios, Lisboa

Baroness
Dia 6 (dom) Paradise Garage, Lisboa


Abril
Carl Palmer's ELP Legacy
Dia 2 (sab) Paradise Garage, Lisboa


Maio
AC/DC
Dia 7 (sab) Passeio Marítimo de Algés, Oeiras

Bruce Springsteen
Dia 19 (5ª) Festival Rock in Rio, Lisboa

Queen & Adam Lambert
Dia 20 (6ª) Festival Rock in Rio, Lisboa

Manilla Road
Dias 20 (6ª) e 21 (sab) Cave 45, Porto e RCA Club, Lisboa

Rival Sons
Hollywood Vampires (Johnny Depp, Alice Cooper e Joe Perry)
Dia 27 (6ª) Festival Rock in Rio, Lisboa


Junho
D-A-D
Dia 2 (5ª) Paradise Garage, Lisboa

Scorpions
Dia 28 (3ª) MEO Arena, Lisboa


Julho

Robert Plant
Pixies
Vintage Trouble
Dia 7 (5ª) Festival NOS Alive

Radiohead
Tame Impala
Dia 8 (6ª) Festival NOS Alive

Arcade Fire
Dia 9 (sab) Festival NOS Alive

Iron Maiden + The Raven Age
Dia 11 (2ª) MEO Arena, Lisboa

Iggy Pop
Dia 15 (6ª) Festival Super Bock Super Rock, Lisboa

Steve Vai
Dias 23 (sab) e 24 (dom) C.C.B., Lisboa e Hard Club, Porto

Carlos Santana
Dia 27 (4ª) MEO Arena, Lisboa


Setembro
Y & T
Dia 24 (sab) RCA Club, Lisboa


Outubro
The Mission
Dias 11 (3ª) e 12 (4ª) Hard Club, Porto e Paradise Garage, Lisboa



segunda-feira, dezembro 28, 2015

1991: Santana em Portugal

A 27 de julho de 1991 Carlos Santana e banda estiveram em Portugal, penso que pela primeira vez, e atuaram no antigo estádio de Alvalade, que viu muitos e bons concertos, perante uma audiência de cerca de 25 000 pessoas.
Apresento aqui imagem do bilhete, que teve um custo de 4000 escudos (aproximadamente 20 Euros).
O site setlist.fm apresenta o alinhamente do concerto aqui.


quinta-feira, fevereiro 28, 2013

UFO em Portugal

Por aqui fica uma crónica ao espetáculo dos ingleses UFO no pavilhão de Alvalade em Lisboa publicada no jornal Musicalíssimo nº 16 datado da 1ª quinzena de janeiro de 1981.
Uma curiosidade aqui descrita é que esta banda não tinha qualquer trabalho editado no nosso país quando este concerto aconteceu, mais exatamente a 14 de dezembro. O que não impediu, além de uma boa assistência em Lisboa, que também tocassem no Porto e em Coimbra, esta uma cidade raramente incluída nestes roteiros.


sexta-feira, dezembro 28, 2012

Concertos do ano

Mais um ano em que passaram por Portugal muitos artistas de alto gabarito. O autor deste blog marcou presença atenta nos seguintes:
Estreia em Portugal de Joe Bonamassa, guitarrista, cantor de blues e colaborador em variadíssimos projetos. Foi no grande auditório do Centro Cultural de Belém a 21 de fevereiro.



Históricos do blues/pub/rock britânico os Dr. Feelgood voltaram a Lisboa para atuar no Santiago Alquimista no dia 24 de abril.

 .

Também de volta a Portugal, os WASP, banda de Blackie Lawless que foi um marco do Heavy Metal na década de 1980 estiveram no Campo Pequeno a 10 de novembro. Sobre a sua primeira atuação por cá saibam mais aqui.

E quase a fechar o ano mais uma estreia. Já com um certo culto de seguidores nacionais que há muito ansiavam por vê-los eis que as portas do Pavilhão Atlântico se abriram com os The Black Keys a 27 de novembro. Um concerto que encheu, não a sala, mas os presentes de contentamento, sendo deixada a promessa de um retorno em breve.

segunda-feira, dezembro 12, 2011

Lou Reed em Portugal (1980)

De volta à edição nº56 da revista Música & Som , de Julho e Agosto de 1980, desta vez com uma reportagem de Ana Rocha a um concerto por muitos esperado.
Foi a primeira presença em Portugal de Lou Reed, e aconteceu a dobrar! Uma data no Porto e outra em Cascais (Pavilhão do Dramático), 22 de junho, que parece ter corrido bem melhor.
Quanto ao autor deste blog era demasiado novo para estas voltas, mas assistiria a Lou Reed no Coliseu dos Recreios em Abril de 1992 e também em Setembro de 1998 na Expo 98, ambos em Lisboa.


Junto também uma imagem do bilhete, com um custo de 300 escudos, o que equivale a algo como 1 Euro e meio hoje, recolhida nos comentários a este concerto no blog 30 Anos De LIVE ROCK in PORTUGAL.

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Festival Vilar de Mouros 1982

Recordo aqui a segunda edição do Festival Vilar de Mouros e a respectiva crónica publicada na revista Musica & Som nº75 (Setembro de 1982). Um trabalho com sete páginas da autoria de Carlos Marinho Falcão.
Lembro que marcaram presença neste festival artistas como Renaissance, Stranglers, Echo & The Bunnymen, U2, Johnny Copeland ou Durutti Column.
Uma das curiosidades de ler estes artigos bastantes anos depois é poder verificar o percurso seguido pelos artistas e constatar a sua importância actual à luz destes anos passados. Por exemplo a energia e força da actuação dos U2 no Vilar de Mouros levou a que o jornalista catalogasse a música dos Irlandeses com um lirismo negro próximo do Heavy-Metal, mas também como uma banda imbatível no palco sendo que na altura apenas tinham um disco editado, de nome Boy.
Destes podemos hoje dizer que confirmaram as expectativas, continuam a fazer dos melhores e mais inovadores espectáculos, e são geralmente considerados como o maior grupo de rock no activo, de certa forma são mainstream, (sem a conotação negativa que é muitas vezes colada ao termo).













sábado, maio 30, 2009

Os primórdios do Rock In Rio


Muito antes deste festival chegar a Portugal, ou de alguém sequer o imaginar, o jornal Blitz fazia uma antevisão daquela que foi a sua primeira edição no Rio de Janeiro, Brasil. No seu número 5 de 4 de Dezembro de 1984 fazia-se anunciar um festival inédito com 90 horas de paz e música numa área equivalente a 12 estádios de futebol.
O primeiro Rock In Rio decorreu em Janeiro de 1985 num local que ficou conhecido por "Cidade do Rock" e teve actuações de artistas como Queen, Iron Maiden, Whitesnake, Rod Stewart, AC/DC, Scorpions, Yes, The B-52's entre muitos outros. Isto com uma audiência total estimada de cerca de millhão e meio de pessoas.
Quem diria que este enorme evento viria a ter edições regulares no nosso país?