sexta-feira, novembro 10, 2017

The Quartet of Woah! na Prog Magazine

A Prog Magazine é possivelmente a revista internacional de referência no que diz respeito aos sons do rock progressivo.
Foi pois uma muito agradável surpresa quando na sua edição nº81 de 12 de outubro nos deparámos com uma página dedicada aos nossos The Quartet of Woah! a propósito do seu novo trabalho, um álbum homónimo lançado em maio deste ano, quase cinco anos depois da estreia auspiciosa com Ultrabomb.
Não deixem de passar pela sua página no bandcamp onde está disponível para escuta.


sexta-feira, outubro 20, 2017

Rock no Sótão - A memória do Rock à mistura

A memória do Rock à mistura com uma seleção de músicas razoavelmente eclética. 
No decorrer de pouco mais de uma hora é possível encontrar Lou Reed, The Black Keys, AC/DC, Devo, U2, Therapy e muitos outros.
Para qualquer questão relacionada com a escolha de musicas é fazer comentar. Ninguém fica sem resposta.

sábado, outubro 14, 2017

Tom Petty: 1950 – 2017

Mais um dos nossos heróis que deixa este mundo. O rock'n'roll ficou mais pobre com a morte de Tom Petty, ocorrida no passado dia 2 de outubro aos 66 anos de idade.
Incluído na lista de artistas que nunca deram espetáculos em Portugal anteriormente publicada, vem aqui à memória um dos melhores trabalhos de Petty, o álbum Damn The Topedoes de 1979 com dois recortes alusivos: um anúncio da distribuidora Polygram (desde 1999 com o nome Universal Music Portugal)  e a critica ao álbum num texto com autoria de Ana Rocha, ambos publicados na Música & Som nº56 de julho/agosto de 1980.


domingo, outubro 01, 2017

10 Artistas que nunca vieram a Portugal

É inegável que Portugal já se estabeleceu como ponto de paragem para os artistas de Rock mais famosos. Sabendo nós que pelas características geográficas se torna difícil a passagem por cá, a melhoria das redes viárias que ocorreu a partir da nossa entrada na então CEE (Comunidade Económica Europeia) atual União Europeia, ajudou imenso e notoriamente há mais ou menos 30 anos é relativamente fácil a quem vá a Espanha que dê um pulo até aqui.
No entanto há alguns artistas da minha preferência que nunca vieram mesmo e é a 10 desses que vou aqui fazer referência.
Por curiosidade alarguei a pesquisa a Espanha e paises vizinhos e fiquei a saber que nuestros hermanos já puderam ver quase todos os referidos nesta lista.
E começo pelos canadianos Rush, um trio que mantém a mesma formação desde o primeiro álbum (1974), ainda no ativo mas retirado da estrada e que conta com uma carreira que ultrapassa os 40 anos de duração, durante a qual venderam mais de 40 milhões de discos. Nunca tocaram em Espanha e espantosamente uma única vez em França (1 de maio de 1992), mas 34 na Alemanha e 115 vezes no Reino Unido.




Uma das maiores referências para o autor deste blog, também com longa carreira e neste caso com bastantes mudanças de formação, tem origem nos Estados Unidos mas é infelizmente pouco conhecida em Portugal, são os Blue Oyster Cult.
Banda ainda no activo e a fazer digressões regulares, particularmente no seu país natal, esteve seis vezes em Espanha entre maio de 1975 (incrível! num período considerado dourado para eles) e há pouco tempo atrás, julho de 2017 em Barcelona. França viu-os 52 vezes e a Alemanha 99.




Com muito mais notoriedade temos os ingleses Black Sabbath, com carreira começada em 1968 e terminada em fevereiro deste ano num concerto em Birmingham (ver aqui).
Tocaram em França por 21 ocasiões, e têm na história quatro passagens por Espanha sendo que três destas aconteceram no mesmo ano, 1983 na tournée de Born Again com Ian Gillan como vocalista, o que como sabemos foi de muito curta duração.
Os Sabbath tiveram duas datas agendadas para Portugal em abril de 1973 integrados no Cascais Jazz mas cancelados segundo consta na sua página oficial.





Estes Espanha também nunca viu, os Led Zeppelin com uma carreira frutuosa mas de apenas 12 anos atuaram em França por 7 vezes e na Alemanha em 25 ocasiões.





Apesar de longa carreira e atribulações de vária ordem os Allman Brothers Band formados em Jacksonville na Florida deram muitos e longos concertos na maior parte dos anos em que estiveram activos. No entanto pouco vieram até à Europa, o mais perto de nós que estiveram foi em França por duas ocasiões: 1980 e 1991.




Ozzy Osbourne nunca atuou em Portugal, nem com os Black Sabbath nem em nome próprio inclusive no Ozz Fest, festival que apadrinhou e que passou pelo Estádio do Restelo em junho de 2002 e que trouxe bandas como Tool e Slayer.
No decurso da sua interessante carreira a solo foi por 7 ocasiões a Espanha, entre 1989 e 2012.





Os Queen nunca vieram ao nosso país com a sua formação original mas estiveram 8 vezes em Espanha entre 1974 e 1986.



Frank Zappa deu 9 concertos em Espanha, o primeiro aconteceu com os Mother of Invention a 4 de outubro de 1974 em Badalona.



Fleetwood Mac, já com uns espantosos 50 anos em tournée estiveram 7 vezes em França mas além de Portugal no pais vizinho também nunca tocaram.




Tom Petty nunca actuou em Espanha mas deu 6 concertos em França, o primeiro dos quais em 1977 no Pavillion de Paris (que fechou em 1980).



Fontes de informação usadas: páginas oficiais e setlist.fm

domingo, setembro 17, 2017

The Outlaws (1975)

Anúncio publicado na revista Rock & Folk de novembro de 1975 relativo ao lançamento do primeiro disco da banda de rock sulista The Outlaws.
Este álbum, auto intitulado, foi produzido por Paul Rothchild e tem dez temas, fechando com o que viria a ser um dos clássicos do grupo, Green Grass & High Tides.


quarta-feira, setembro 13, 2017

Música & Som, recuando 40 anos

Destaco neste post uma das primeiras edições da Música & Som, a número seis, com data de 21 de abril de 1977 e com Rolling Stones na capa (um pouco danificada por sinal).
Mais em baixo uma análise ao disco Astoundind Sounds, Amazing Music dos britânicos Hawkwind escrita por João David Nunes, que foi entre muitas outras coisas um dos fundadores da Rádio Comercial em 1979.




terça-feira, agosto 15, 2017

Wishbone Ash - No Smoke Without Fire

Em destaque desta vez no prato do gira-discos um L.P. dos Wishbone Ash, o seu nono álbum de estúdio, quanto a mim já bem longe da qualidade de um Argus (1972), por exemplo.
Trata-se aqui da prensagem nacional de No Smoke Without Fire, disco originalmente editado em 1978 que comprei uns dez anos depois a preço muito simpático, estava digamos que esquecido no fundo de um lote.



Ficam para amostra talvez os melhores temas aqui incluídos, três canções que espero não façam 'cócegas' a ninguém, como aconteceu com um post dos Krokus...

Wishbone Ash - Like a Child (com uma magnifica introdução)
Wishbone Ash - The Way of the World
Wishbone Ash - You See Red

domingo, julho 23, 2017

Deep Purple, Time For Bedlam no MEO Arena

Com poucos dias de diferença tivemos a atuar em Portugal dois monstros do Rock, algo muito bom e ao mesmo tempo pouco habitual.
Depois dos Aerosmith a 26 de junho, que aqui relatei oportunamente, vieram no passado dia 4 de julho e também ao MEO Arena (mas neste caso com palco colocado a meio do recinto) os ainda mais históricos Deep Purple.
Os britânicos, em mais uma data da "The Long Goodbye Tour", apresentaram temas do seu recente trabalho discográfico, Infinite, mas incluidos num alinhamento de músicas onde inevitavelmente desfilaram muitos dos seus clássicos como Hush, Smoke on the Water, Strange Kind of Woman, Lazy, Fireball e Black Night entre outros.
Do que um concerto como este tem de melhor é que estes são músicos à antiga e o que tocam ao vivo não é, nem tem de ser, réplica do que ficou gravado no disco. Há improvisações, vários momentos de solos, seja de guitarra, teclas ou viola baixo e mesmo com um desfilar de temas já previsto é dinâmico.
Isto, que para alguns jornalistas são demonstrações aborrecidas e escusadas das qualidades do músico, está na essência de um espectáculo de rock e neste campo os Deep Purple estão muito bem servidos com Don Airey e Steve Morse, afinal de contas os 'jovens' da banda, a mostrarem o seu saber.










Uma nota de apreço para a excelente escolha da organização no tocante ao grupo que fez a primeira parte: UHF.
Os portugueses tocaram 45 minutos cheios da sua garra habitual e doaram parte do seu cachet e receita de merchandise aos bombeiros de Pedrógão Grande.