quarta-feira, outubro 20, 2010

Kerrang nº1

Descobri recentemente num blog amigo cópia digital da primeira edição da Kerrang, histórica revista Inglesa de Heavy-Metal e sons afins que ainda existe nos dias de hoje.
Começou por estar associada à Sounds Magazine em forma de suplemento e ganhou independência em Junho de 1981, plena época de expansão do movimento New Wave of British Heavy Metal, facto que sem dúvida contribuiu para o seu sucesso.
Em Portugal teve distribuição irregular, lembro-me de só a ter visto à venda e comprado por volta de 1987 numa loja de importação directa na Praça dos Restauradores, mas na altura a tendência era já destacar o Heavy Metal mais comercial, o que se viria a acentuar cada vez mais. Eu preferia de longe revistas francesas como a Metal Attack, Enfer e mais tarde a Hard Force Magazine. O melhor período da Kerrang terá sido mesmo nos primeiros anos da década de 80.


Entre uma série de artigos interessantes e curiosos de ler, sobretudo tendo em conta que se passaram quase trinta anos, vou hoje destacar aqui um, prometendo que trarei algo mais desta revista em próximos posts.
Trata-se aqui de uma lista dos cem melhores temas de Heavy Metal de todos os tempos, Heavy Hundred, votados pelos leitores da revista Sounds.


sexta-feira, setembro 03, 2010

Tops de vendas em Agosto de 1981

Trago hoje o registo dos dez singles e dez álbuns mais vendidos em Inglaterra e nos Estados Unidos, e vejo com particular satisfação o primeiro lugar da tabela de LP's de Inglaterra: No Sleep 'til Hammersmith, o histórico e seminal primeiro disco ao vivo dos Motorhead. Se a memória não me falha este só foi editado em Portugal dois anos depois...pois, pois...
Imagem reproduzida do jornal Musicalissimo de 19 de Agosto de 1981.

segunda-feira, agosto 09, 2010

Publicidade à antiga

Eis um anúncio ao disco Going Deaf For A Living dos Fischer-Z que incluía o famoso So Long, ainda hoje com direito a bastante airplay nas nossas rádios.
Publicado no Musicalissimo, jornal quinzenal de música, cinema e teatro, em Setembro de 1980, há trinta anos portanto, tantos pois, atrás.

quinta-feira, julho 01, 2010

Recordar Ronnie James Dio

Se tudo tivesse corrido bem estariamos quase a receber em Portugal os Heaven and Hell para um concerto no festival Alive em Algés.
Infelizmente não foi assim, no passado dia 16 de Maio Ronnie James Dio deixou o mundo dos vivos deixando desolados muitos amantes de música por todo o mundo.
No Rock no Sótão é tempo para recuperar uma entrevista de Ronnie publicada na revista Loud de 22 de Agosto de 2002, por altura do lançamento do álbum Killing The Dragon.



sexta-feira, junho 04, 2010

Top Música e Som

Numa altura em que não havia uma contagem oficial de vendas de discos em Portugal a revista Música e Som em colaboração com dezenas de lojas publicava regularmente uma lista dos discos mais vendidos nas mesmas.
Um top com vinte singles e dez LP publicado em Abril de 1979 e que trago aqui hoje :

segunda-feira, maio 10, 2010

Xeque-Mate no Blitz Metálico

Os Xeque-Mate foram uma das primeiras e mais interessantes bandas de Heavy Metal portuguesas. Na minha memória o tema Vampiro da Uva, editado em single, perdura como um dos primeiros temas cantados em português de rock pesado a par dos NZZN com Vem Dai.
Este artigo foi publicado no Blitz nº 75 de Abril de 1986 e incluido na página Blitz Metálico da autoria de Pedro Cardoso.
Podem encontrar mais informação sobre a banda e inclusive ouvir alguma da sua música aqui.

quarta-feira, abril 21, 2010

Top Som da Frente

A célebre e saudosa lista rebelde do Som da Frente de António Sérgio na antiga Rádio Comercial.
Publicado no Blitz nº68 de 18 de Fevereiro de 1986.

sexta-feira, março 19, 2010

A nova grelha da Rádio Comercial... em 1986

Ou seja, nos bons velhos tempos em que se ouvia rádio com especial atenção e muita dedicação.
Esta grelha havia sido iniciada no principio de 1986, e reparem nos nomes que a compõem: António Sérgio, Jaime Fernandes, Luís Filipe Barros, e até Nicolau Breyner e Sérgio Godinho têm o seu espaço.
Curioso é também verificar o número de horas que os realizadores faziam com os seus programas. Muitos apenas uma hora, outros duas e no máximo três, caso do programa da manhã (7-10h). Hoje em dia é bem diferente.
Esta noticia saiu no jornal Blitz nº66, de Fevereiro de 1986.